Fundo PSP - Paróquia de S. Paulo

Estatutos da Igreja Lusitana Evangélica de S. Paulo Estatutos da Sociedade de Esforço Cristão anexa à Igreja Lusitana Evangélica de S. Paulo

Zona de identificação

Código de referência

PT ILCAE PSP

Título

Paróquia de S. Paulo

Data(s)

  • 1876- (Produção)

Nível de descrição

Fundo

Dimensão e suporte

23 liv.; 3 cadernos; 1 pasta; 1 mç.
papel

Zona do contexto

Nome do produtor

(1876-)

História administrativa

A Paróquia de S. Paulo, uma Igreja Lusitana, Membro da Comunhão Anglicana, fica situada na Rua das Janelas Verdes (ex-Convento Marianos), entre o Museu de Arte Antiga e a Embaixada Francesa.
O convento de Nª.Sª dos Remédios, Ordem dos Carmelitas Descalços, foi fundado em 1606, tendo a sua construção terminado em 1611. As terras onde foi implantado, estavam aforadas a Vasco Fernandes César e a Francisco Soares pelas Comendadeiras de Santos. Os frades, após consentimento das mesmas, compraram-nas por 820 mil réis.
A esta já vasta cerca que, além de permitir o abastecimento do convento com os géneros agrícolas produzidos, se constituía como um local de lazer para os monges, iria ainda ser acrescentada uma nova porção, doada por Luís César de Menezes, designada por “cerca nova”.
Após expulsão dos frades, o edifício foi requisitado para Quartel do Batalhão 17º da Guarda Nacional em 1835, tendo igualmente sido requisitado para a Pagadoria Militar e Repartição do Comissariado em 1836. O Ministério dos Negócios do Reino concede-o ao Director Geral do Conservatório das Artes e Ofícios em 1837.
Posta à venda em hasta pública em 1872, o imóvel é comprado pela Igreja Presbiteriana Escocesa, facto que provocou acesa polémica.
Em 1898, o conjunto é comprado pela Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica, onde, actualmente, desenvolve um conjunto de actividades, sendo a mais importante a celebração eucarística dominical.
Segundo Joaquim dos Santos Figueiredo, quando a Igreja Lusitana foi restaurada em 1880, já existia a congregação de S. Paulo, pois havia sido fundada em Janeiro de 1876 e fazia parte da Igreja Episocpal Reformada.
O seu primeiro ministro foi um antigo sacerdote romano, o reverendo António Pereira, que pasado pouco tempo se demitiu, indo ocupar o lugar de redactor das Actas, na CÂmara dos DEputados.
Nesta igreja e no mesmo mês em que os cultos foram inaugurados, professou de um modo solene a sua fé evangélica o reverendo José Nunes Chaves, que tinha vindo do Algarve para Lisboa e tinha sido membro da Congregação do reverendo Móra, indo depois pastorear a Igreja de Jesus, na Rua de S. Marçal.
As congregações fundadoras desta estrutura nacional, que hoje é a Igreja Lusitana Católica Apostólica Evangélica, foram as igrejas de Rio de Mouro, Sintra, de que era ministro o Rev. Joaquim José Costa Almeida, S. Paulo, em Lisboa, pastoreada pelo leigo Cândido J. de Sousa, e S. Marçal, também na capital, sendo pároco o Rev. José Nunes Chaves. Todas elas tinham anexas escolas diárias diurnas, para crianças, e por vezes também ensino nocturno para adultos. Em 1880 associaram-se ao movimento as Igrejas de S. Pedro, em Lisboa (antiga Igreja Evangélica Espanhola, fundada por Mora), pastoreada pelo Rev. Henrique Ribeiro Ferreira de Albuquerque, e a do Torne, liderada por Diogo Cassels, então ainda sem ordens sacras.

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

O Fundo da igreja de S. Paulo é constítuido pelas seguintes secções e sub-fundos:
SC COR: constituição, organização e regulamentação
SC JP: junta paroquial
SC CUL: culto
SC RP: registos paroquiais
SC GF: gestão financeira
SC ED: escola dominical
SC CEL: Coro Evangélico Lusitano
2 sub-fundos:
SF: Ação de Renovação Cristã
SF: Sociedade de Esforço Cristão
SF SSPSP: sociedadede senhoras da paróquia de S. Paulo
SF: Juventude Auxiliar da Igreja Evangélica de S. Paulo

Avaliação, selecção e eliminação

Conservação definitiva

Ingressos adicionais

Sistema de organização

Ordenação cronológica

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Mediante autorização da ILCAE

Condiçoes de reprodução

Mediante autorização da ILCAE

Idioma do material

  • português

Script do material

  • latim

Notas ao idioma e script

manuscrito

Características físicas e requisitos técnicos

Estado de conservação: razoável

Instrumentos de descrição

Zona de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Identificador(es) alternativo(s)

Pontos de acesso

Pontos de acesso - Assuntos

Pontos de acesso - Locais

Pontos de acesso - Nomes

Pontos de acesso de género

Zona do controlo da descrição

Identificador da descrição

PSP

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

PORTUGAL. DIRECÇÃO GERAL DE ARQUIVOS. PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO: GRUPO DE TRABALHO DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO – Orientações para a descrição arquivística. 2.ª v. Lisboa: DGARQ, 2007.

Estatuto

Preliminar

Nível de detalhe

Mínimo

Datas de criação, revisão, eliminação

25.05.15 (AV);

Línguas e escritas

  • português

Script(s)

  • latim

Fontes

AFONSO, José António (2007). Protestantismo e educação: história de um projecto pedagógico em Portugal na transição do séc. XIX. Braga: Universidade do Minho. Disponível em: http://hdl.handle.net/1822/7101

NETO, Vítor (1988). A Igreja Lusitana, in 0 Estado, a Igreja e a Sociedade em Portugal (1832-1911), Lisboa: INCM, pp. 527-528. Disponível em:
http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/2868.pdf

PEIXOTO, Fernando (2001). Diogo Cassels. Uma vida em duas margens. Vila Nova de Gaia: Câmara Municipal de Gaia.

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Objeto digital (Referência) zona de direitos

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Zona da incorporação

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